Palestra Uncategorized — 25 Jan

Setembro de 2007:

Os bancos do mundo deixarão de emprestar 2 trilhões de dólares em 2008, só para poder se enquadrar nos ditames de Basileia I e II. Um tiro no pé dos bancos e na economia do planeta.

No artigo “A Origem da Crise Mundial“, Revista Veja, Editora Abril, edição 2024, ano 40, nº 35.

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Confirmada em 5 de dezembro de 2008:

“Oppenheimer & Co analyst Meredith Whitney, among the earliest to turn bearish on the sector, said she expects lenders to pull more than $2 trillion of credit lines over the next 18 months, with severe consequences for U.S. consumers.”

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2001:  Artigos: “O fim dos paraísos fiscais”, Veja 2001, e “Dólares na Suíça, Filhos no Brasil”, Veja 1999

Está na hora de trazer pelo menos uma parte de seu dinheiro da Suíça neste ano, e o resto, devagarzinho.

“Os juros lá fora cairão e o dólar também.” (O Dólar estava a R$ 3,20 agora está R$ 1,50)

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1993:  Revista Imprensa. 

IMPRENSA – Quer dizer que então não tem como dar errado?

Kanitz – O meu medo é que não esteja­mos nos preparando para um cenário de crescimento rápido.

Se não tomarmos cui­dado, assistiremos a uma brutal desna­cionalização da economia brasileira.

Deze­nas de empresários estão saturados, loucos pela oportunidade de vender suas empresas para uma multinacional.

Eles estão cansa­dos e esperam uma saída rápida.

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1993:  Produtos Populares 

Revista IMPRENSA – Existe algum setor ou um tipo de produto em que o Brasil possa se especializar?

Kanitz – Eu acho que o empresário brasileiro está começando a perceber que o grande erro da política industrial brasileira dos últimos vinte anos foi fazer produtos para os 10% mais ricos da população.

Nos últimos anos, a indústria se preocupou em fazer carros com freio ABS, shopping center com mármore, videocassete com som dolby e autoreverse.

Isso foi uma consequência da política de substituição de importações.

Como são sempre os ricos que importam inicialmente, o que se acaba substituindo são produtos totalmente inadequados para a população brasileira.

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1993: Fim da Inflação

Revista IMPRENSA – Quando que a inflação nominal vai descer efetivamente a 7% ao ano?

Kanitz – A inflação acaba na próxima tentativa real do governo. Acredito que dentro de seis ou oito meses, no máximo, a inflação vai para a lona. (Plano Real foi em Junho de 1994)

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1978:  Artigo: O perigoso endividamento da empresa brasileira, Revista Exame 1978

O artigo alertava para o crescente e perigoso endividamento das empresas brasileiras, 3 anos antes da famosa Crise da

Dívida Externa.

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 1981: Teremos 8 ainda de recessão, (o que seria a Década Perdida)

diretor_lojista_finalCapa: “Kanitz prevê 8 anos de recessão“, Revista Diretor Lojista 1984

Kanitz foi um dos poucos comentaristas a prever o que hoje chamamos de “A Década Perdida”, de 1980 a 1990.

Depois de dois acordos com o FMI, a maioria dos estudiosos previa a retomada do crescimento.

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1993:  Um Plano Que Acabaria com a Inflação 

ofim_da_inflacaoPrevisão: O fim da inflação, feita em 1993.

“Virá um Plano, chamado “Luca Paccioli”, um plano inovador baseado na ideia de criar uma contabilidade forte no país, abandonando a ideia sempre perseguida de se criar uma moeda forte com juros altos e recessão.

Contabilizaremos tudo em nossa economia por 4 meses numa moeda contábil forte, trocaremos o cruzeiro por esta moeda e a inflação inercial acabará.

Quem investir na frente, quem oferecer prazos de crédito mais longo para seus clientes sairá ganhando”.

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 1994: Previsão: O novo modelo industrial brasileiro será voltado aos produtos populares, capítulo do livro “O Brasil Que Dá Certo” publicado em 1994.

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“A nova forma para se ganhar dinheiro no Brasil será concentrar-se no mercado de baixa renda. O antigo Modelo Industrial de produzir e vender para os 10% mais ricos não terá mais sucesso. Empresas que continuaram vendendo para a classe média alta tiveram em 1995 enormes prejuízos com inadimplência”.

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 Previsão: A recessão no Japão se manterá até 2003”, ” The Emerging Economic Boom”, publicado em 1995arecessao_no_japao02_final arecessao_no_japao01_finalDe fato, o Japão se manteve em recessão por muito mais tempo do que os economistas americanos e europeus acreditavam na época.

Ninguém previu que ela se manteria até 2003. No primeiro trimestre de 2003 o Japão deu os primeiros sinais de melhoria.

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Voltam os investimentos externos.
(Investimentos e Empréstimos em bilhão US$)
investimentos_externos_final Previsão: Investimentos externos deverão atingir média de 32 bilhões por ano entre 1995 – 2000, previsão feita em 1994. O Brasil se tornou, em 1998, o segundo maior receptor de capitais depois da China neste período.

Página 45 do livro “O Brasil Que Dá Certo”.

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 margens_d_lucro_final

Previsão: Margens de lucro sobre vendas cairão de 4% sobre vendas, média dos anos 80, para somente 2% em 2000Página 50 do livro “O Brasil Que Dá Certo”.

Palestras para sindicatos: as empresas foram alertadas a mudar a estratégia de nicho, para a estratégia de vendas por volume. A média de rentabilidade das 500 maiores empresas entre 1995-2000, segundo Melhores e Maiores, acabou confirmando essa previsão, ficando em 2,3%.

Projeção da margem de lucros (lucros sobre vendas em %).

 

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titulos_a_prova_final  Previsão: Títulos à prova de inflação americana são a solução para a dívida externa do Governo Brasileiro, publicado em dezenas de artigos entre 1984 e 1986, inclusive o Wall Street Journal de 21 de setembro de 1984.

Kanitz acabou sendo convidado pelo então Ministro do Planejamento para introduzir estes títulos no mercado americano que baixariam os juros de 9% para 3% ao ano. Com a moratória do Ministro Funaro, estes títulos brasileiros não se concretizaram.

A ideia acabou sendo usada pelo Governo Americano que a implantou para reduzir a sua própria dívida interna criando o TIPS, Treasury Inflation Protected Securities, o que permitiu a economia de bilhões de dólares em termo de fluxo de caixa e juros. A não adoção desta idéia brasileira, custou ao Brasil no mínimo 30 bilhões de dólares a mais de despesas e fluxo de caixa negativo.

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Plano de Renegociação da Dívida Endosso da Revista ao Plano de Renegociação da Dívidaartigo_euromoney_editorial_ Externa proposta por Kanitz em 1983, que transformaria os títulos brasileiros em ouro, daí o termo Alquimista. O Plano acabou sendo adotado pelos Estados Unidos que lançou os TIPS, Treasury Inflation Protected Securities. O Governo brasileiro preferiu fazer a Moratória a abaixar os juros, gerando a década perdida de 80.

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Telefone: (11) 3816-5700
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